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Monday, 21 April 2014
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Escuchar Chamame


Letras

Trocando Em Miúdos (Chico Buarque)

Eu vou lhe deixar a medida do Bonfim
Não me valeu
Mas fico com o disco do Pixinguinha, sim ?
O resto é seu
Trocando em miúdos, pode guardar
As sobras de tudo que chamam lar
As sombras de tudo que fomos nós
As marcas de amor nos nossos lençóis
As nossas melhores lembranças

Aquela esperança de tudo se ajeitar
Pode esquecer
Aquela aliança, você pode empenhar
Ou derreter
Mas devo dizer que não vou lhe dar
O enorme prazer de me ver chorar
Nem vou lhe cobrar pelo seu estrago
Meu peito tão dilacerado

Aliás
Aceite uma ajuda do seu futuro amor
Pro aluguel
Devolva o Neruda que você me tomou
E nunca leu
Eu bato o portão sem fazer alarde
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde

Garoto Podre (Garotos Podres)

Os que moram
Do outro lado do muro
Nunca vão saber
O que se passa no subúrbio
Eles te consideram
Um plebeu repugnante
Eles te chamam
De garoto podre

Garoto podre
Garoto podre

Se está desempregado
Te chamam de vagabundo
Se fizer greve, te chama de subversivo
Te chamam de subversivo
Mas se arrumar emprego
Não lhe dão dignidade
Apesar do sujo macacão
E do rosto suado, e do rosto suado

Garoto podre
Garoto podre

Não há nenhum Deus
Que nos perdoe
Não temos destino
para nós não há futuro, para nós não há futuro
Vivendo acossados
Pelos batalhões
Proletários escravizados
Destinos abordados, destinos abordados

Aquilo (Lulu Santos)

Outra vez a mesma história
Volta sempre a acontecer
Vai passar de hora em hora
Depois que ligarem a TV
Vejo as sombras coloridas
Sussurrando em sensurround
Deslizando na avenida
Meio alheio ao temporal

E não tem vacilo nem engano
Que estrague nosso plano
Isto é, se for,
Aquilo que chamam amor
Aquilo que chamam amor
Aquilo que chamam...

Outra vez a mesma história
Volta sempre a acontecer
Vai passar de hora em hora
Depois que ligarem a TV
Vejo as sombras coloridas
Sussurrando em sensurround
Deslizando na avenida
Meio alheio ao temporal

E não tem vacilo nem engano
Que estrague nosso plano
Isto é, se for,
Aquilo que chamam amor
Aquilo que chamam amor

Aquilo que chamam...

Megadeth (Los Parraleños)

Sabrá tu novio que escuchamos Megadeth?
Que te pones las tachas por la noche?
Sabrá tu novio que escuchamos Megadeth?
Y que vibrás cuando escuchas alguna distorsión?

Pero hay algo que vos no sabés
que escuchamos cuarteto y chamamé
y tambien escuchamos a Van Halen
Los dos nos cansamos del arroz
pero vos no sabés lo que es comer arroz

Que es mentira lo de Björk y lo de Beck
ay, matemos al maldito Dee-Jay
El me mira diciendo que yo le afané
pero nunca sabrá lo de Megadeth

Megadeth, Megadeth, Megadeth
Megadeth, Megadeth, Megadeth

Sabrá tu novio que escuchamos Megadeth?
Y que tienes un tatuaje de Ozzy?
Sabrá tu novio que escuchamos Megadeth?
Y que sos super amiga de los Simbiosis?

Pero hay algo que vos no sabés
que le escuchamos cumbia y chamamé
como toca la guitarra Steve Vai
Los dos nos cansamos del arroz
pero vos no sabés lo que es comer arroz
que es mentira lo de Byörk y lo de Beck
ay, matemos al maldito Dee-Jay
El me mira diciendo que yo le afané
pero se que no sabe de Megadeth

Megadeth, Megadeth, Megadeth,
Megadeth, Megadeth, Megadeth.

Megadeth, Megadeth, Megadeth
Megadeth te vinimos a ver
te llevamos en el corazón
te queremos ver campeón

Megadeth, Megadeth, Megadeth
Megadeth te vinimos a ver
te llevamos en el corazón
Megadeth, Megadeth, Megadeth

La Changa De Los Domingos (The Rose Garden)

La siete ma co Lucinda
ou oina el cristino
a buscarme para hacer
la changa de los domingos.
Yajha catu porque es tarde
pas�?�¡ el mate del estribo
y ejheya a los cunum�?�­
que por una vez se vistan solitos.

Niquiriri a�?�±a me... �?�¡jesu!
No seas sonsa, te digo
ya s�?�© que no mejoramos
ni aunque trabaje en domingo.
Pero qu�?�© se puede hacer
all�?�¡ est�?�¡bamos perdidos
no ten�?�­a it�?�© trabajo
por eso fue que vinimos
�?�¡peina! No s�?�© qu�?�© te pasa
sonre�?�­me un poquitito
dej�?�¡me creer que puedo
mejorar nuestro destino.

Buenos aires no es tan grande
somos muchos correntinos
y por la radio se escucha
casi siempre un chamam�?�©,
adem�?�¡s despu�?�©s de todo
pens�?�¡ un poquito mujer
el camino si nos trae
puede llevarnos tambi�?�©n.

Yo tampoco no me hallo
pero anga�?�º que me olvido
hay que hacerse de valor
nunca afloja un correntino.
Cuando me paguen la changa
voy a comprarte el vestido
que dijiste que te gusta
en el almac�?�©n de don Florentino.

Y los s�?�¡bados por la noche
te lucir�?�© de lo lindo
en la pista de Camacho
chamameceando tupido.
Niquirir�?�­ a�?�±a me... �?�¡jesu!
Abuen�?�¡te ya conmigo
dej�?�¡me creer que puedo
mejorar nuestro destino
ang�?�¡ sue�?�±os no me faltan
porque me sobran motivos
le pongo el pecho a la vida
nunca afloja un correntino.

Sociedade Falida (Stuff)

você assiste a televisão
e eles lhe fecham a porta
pra você não enxergar
o que está a sua volta
não sei onde mas eu vou achar
todas respostas
nesse dia comemorar
poder jogar sem fazer aposta

eu não sei mas o que faço
se tudo parece ser em vão
eu me sinto tão distante
tentando achar uma solução

eles te chamam a atenção
eles invadem sua casa
sem nenhuma preocupação
com o real estado da desgraça
quem ve o futuro sabe conversar
sem virar as costas
pois o inimigo sempre vai estar
atrás dos olhos, á frente das respostas

sociedade falida
todos acham que sabem o que querem de suas vidas
nas greves nos jornais
protestos caóticos que representam a paz
eles não entendem
mas também não há o que entender
se tudo que eu vejo é uma corja de covardes
ganhando salário pra ser autoridade
assim vamos vivendo cada dia, cada momento

Dom Quixote (Engenheiros Do Hawaii)

Muito prazer, meu nome é otário
Vindo de outros tempos mas sempre no horário
peixe fora d'água, borboletas no aquário
Muito prazer, meu nome é otário
na ponta dos cascos e fora do páreo
puro sangue, puxando carroça

Um prazer cada vez mais raro
aerodinâmica num tanque de guerra,
vaidades que a terra um dia há de comer.
Ás de espadas fora do baralho
grandes negócios, pequeno empresário.

Muito prazer me chamam de otário
por amor às causas perdidas.

Tudo bem...até pode ser
que os dragões sejam moinhos de vento

Tudo bem...seja o que for
seja por amor às causas perdidas

Por amor às causas perdidas
tudo bem...até pode ser

Que os dragões sejam moinhos de vento
muito prazer...ao seu dispor

Se for por amor às causas perdidas
por amor às causas perdidas .............

Robocop** (Mamonas Assassinas)

Um tanto quanto másculo
com M maiúsculo
vejam só os meus músculos
que com amor cultivei

Minha pistola é de plástico
em formato cilíndrico
sempre me chamam de cínico
mas o porquê eu não sei

O meu bumbum era flácido
mas esse assunto é tão místico
devido ao ato cirúrgico
hoje eu me transformei

O meu andar é erótico
com movimentos atômicos
sou uma amante robótica
com direito a replay

Um ser humano fantástico
com poderes titânicos
foi um moreno simpático
por quem me apaixonei
e hoje estou tão eufórico
com mil pedaços biônicos
ontem eu era católico
Ai, hoje eu sou um**!!!!!

Abra sua mente
**também é gente
baiano fala oxente
e come vatapá

Você pode ser gótico
ser punk ou skinhead
tem** que é Muhamed
tentando camuflar
(Allah meu bom Allah)

Faça bem a barba
arranque seu bigode
gaúcho também pode
não tem que disfarçar

Faça uma plástica
aí entre na ginástica
boneca cibernética
um robocop**...

Um RoboCop**, eu sei, eu sei, eu sei, é um Robocop**...

Ai como dói!

O Ébrio (Vicente Celestino)

Recitativo - Falado : Nasci artista. Fui cantor. Ainda pequeno levaram-me para uma escola de canto. O meu nome, pouco a pouco, foi crescendo, crescendo, até chegar aos píncaros da glória. Durante a minha trajetória artística tive vários amores. Todas elas juravam-me amor eterno, mas acabavam fugindo com outros, deixando-me a saudade e a dor. Uma noite, quando eu cantava a Tosca, uma jovem da primeira fila atirou-me uma flor. Essa jovem veio a ser mais tarde a minha legítima esposa. Um dia, quando eu cantava A Força do Destino, ela fugiu com outro, deixando-me uma carta, e na carta um adeus. Não pude mais cantar. Mais tarde, lembrei-me que ela, contudo, me havia deixado um pedacinho de seu eu: a minha filha. Uma pequenina boneca de carne que eu tinha o dever de educar. Voltei novamente a cantar mas só por amor à minha filha. Eduquei-a, fez-se moça, bonita... E uma noite, quando eu cantava ainda mais uma vez A Força do Destino, Deus levou a minha filha para nunca mais voltar. Daí pra cá eu fui caindo, caindo, passando dos teatros de alta categoria para os de mais baixa. Até que acabei por levar uma vaia cantando em pleno picadeiro de um circo. Nunca mais fui nada. Nada, não! Hoje, porque bebo a fim de esquecer a minha desventura, chamam-me ébrio. Ébrio...


Tornei-me um ébrio e na bebida busco esquecer
Aquela ingrata que eu amava e que me abandonou
Apedrejado pelas ruas vivo a sofrer
Não tenho lar e nem parentes, tudo terminou
Só nas tabernas é que encontro meu abrigo
cada colega de infortúnio é um grande amigo
Que embora tenham como eu seus sofrimentos
Me aconcelham e aliviam o meu tormento
Já fui feliz e recebido com nobreza até
Nadava em ouro e tinha alcova de cetim
E a cada passo um grande amigo que depunha fé
E nos parentes... confiava, sim!
E hoje ao ver-me na miséria tudo vejo então
O falso lar que amava e que a chorar deixei
Cada parente, cada amigo, era um ladrão
Me abandonaram e roubaram o que amei
Falsos amigos, eu vos peço, imploro a chorar
Quando eu morrer, à minha campa nenhuma inscrição
Deixai que os vermes pouco a pouco venham terminar
Este ébrio triste e este triste coração
Quero somente que na campa em que eu repousar
Os ébrios loucos como eu venham depositar
Os seus segredos ao meu derradeiro abrigo
E suas lágrimas de dor ao peito amigo

Homem-Aranha (Jorge Vercilo)

Eu adoro andar no abismo
Numa noite viril de perseguição
Saltando entre os edifícios
Vi você
Em poder de um fugitivo
Que, cercado pela policia, te fez refém
Lá nos precipícios

Foi paixão à primeira vista
Me joguei de onde o céu arranha
Te salvando com a minha teia
Prazer, me chamam de Homem-aranha

Seu herói
Hoje o herói agüenta o peso
Das compras do mês
No telhado, ajeitando a antena de tevê
Acordado a noite inteira pra ninar bebê

Chega de bandido pra prender
De bala perdida pra deter
Eu tenho uma idéia
Você na minha teia

Chega de assalto pra impedir
Seja em Brasília ou aqui
Eu tive a grande idéia
Você na minha teia

Hoje eu estou nas suas mãos
Nessa sua ingênua sedução
Que me pegou na veia
Eu to na tua teia.


Video


Festival Chamamé, Buenos Aires 2003:




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