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Wednesday, 30 July 2014
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Escuchar Lucila Campos - Lucero


Letras

Amada Mía (José Luis Perales)

Amada mía,
despues de tantos años,
despues de tantas noches compartidas,
despues de tantos sueños
soñados cada día,
te sigo amando tanto
Amada mía.

Tus ojos negros
se clavan como siempre,
tu beso es una llama que aún me quema.
Yo sigo siendo el árbol,
y tu, la tierra mía.
te sigo amando tanto
Amada mía.

Amada mía,
despues de tantas horas de camino
tu sigues siendo playa
yo sigo siendo río.
Y como siempre
sigo aspirando el aire que respiras.
Me sigo enamorando
en cada amanecer

Amada mía
de risas y de llanto
compañera de tardes amarillas.
Luna de medianoche
y sol del mediodia,
serás por siempre campo
y yo semilla.

Amadia mía,
un dia del otoño
se vestirán de blanco mis cabellos.
Se quedarán dormidos
tus besos en mis besos,
y buscaré tus manos
para mecerlos.

Amada mía,
despues de tantos años
a tu lado
yo sigo siendo brisa,
y tu, montaña y llano.
Amada mía
despues de tantos mares
navegados,
tu sigues siendo orilla
y yo, gaviota.

Lágrimas Sofridas (Los Hermanos)

Oh, minha menina bonitinha, eu te dei
Todo meu carinho, meu anjinho, eu te dei
Verdes campos, flores amarelas furta cor
Dei a primavera, os sete mares, meu amor
Lágrimas sofridas e feridas do meu peito
Dei minha palavra, minha honra, meu respeito
Todas as verdades e olhares que podia
Levo com a coragem que você me respondia
Oh, minha menina bonitinha, eu te dei
Vida de princesa, realeza, eu te dei
No meu ombro afago preocupado de um amigo
Jóia, casa, carro, seu sapato, seu vestido
Pra você, princesa, dediquei a minha vida
Levo nesse amor o seu odor e uma ferida
Apesar de tudo, minha linda, não te odeio
Mas sem tua boca, encaro a morte sem receio
Dei pra ti as estrelas, os peixinhos e as aves
Todas as montanhas das escalas dei-as quase
Todas as canções que eu fiz, eu fiz pra ti, princesa
Tudo de mais belo que encontrei na natureza.

Oruga (Jirafa Ardiendo)

Subo al árbol que dejaré crecer
cielo acógeme
sabes no es fácil manejar mil pies

Mientras miro vas muy lejos de aquí
veo tierra y mar
siempre renacen pétalos al sol también
en mi nido y con humedad
ya no paran de mirarme

Pienso en lágrimas hacia atrás
una puerta cerrada
nadie debe quedar en pie
un alivio a mis alas

El viento vuelve suele cambiar mi árbol
y la mañana estalla secando el campo

Sabia, hojas, grietas, ramas
crecen en mi corazón
Sabia, hojas, grietas, ramas
crecen a mi alrededor

Nadie puede cambiar mi piel
que la ira está en calma

El viento vuelve suele cambiar mi árbol
y la mañana estalla dejando el campo

De caceria (Def Con Dos)

Ketchup de color de sangre,
carne picada devorada por el hambre,
rodajas de pepino, aros de cebolla,
carne de cañón que mastican las señoras.
Los viejos, los niños, los mozos y las novias,
muy entretenidos moviendo el bigote,
comiendo hamburguesas y helados de colores.
Hablan, mascan, se lanzan perdigones,
y rascan el cartón para ver si ha habido suerte,
y sale la cara del payaso sonriente.
Y toca menú con batido de regalo,
gorra de visera con su nombre bordado.
Ronald (McDonald) aplaude, también los camareros.
Todo es estupendo hasta que YO llego.
Porque hoy su destino tiene otro color:
El negro del acero de mi Kalashnikov.
AK-47: Odio y venganza de excombatiente.
Un arma en cada mano, granadas en el pecho
y en la cara pintados los colores del infierno.
No puedo ver a "Charlie" pero sé que me vigila
y también sé que esta gente es la culpable de mi ruina.
Con 30 balas por cargador hoy no seré yo el perdedor.
Y ya estoy de nuevo en el campo de batalla,
pero aquí es mucho mejor, porque nadie me dispara.
Apunto al montón, aprieto el gatillo
y escucho ráfagas mezcladas con gritos,
lamentos, lloros, alaridos.
Veo en el aire la estela del casquillo.
Los chorros de sangre, los cráneos abiertos
y las listas de precios salpicadas por sesos.
Unos se esconden, otros se escapan
y al final se resignan menos uno que me ataca.
Duran muy poco los héroes caseros.
¡Cuanto más se resisten más me divierto!
Mañana habrá luto en la oficina de correos.
Visto y no visto: cargadores vacíos
y cartas de póker para los caídos.
YA HA EMPEZADO LA CACERÍA.
Resuenan sirenas en el fondo de la calle
y me acerco a una ventana pisando cadáveres.
Un megáfono me dice que me rinda.
Tendré que empezar a matar policías.
Y más munición, encenderme otro puro,
y buscar un rehén que me sirva de escudo.
Ha habido suerte, debajo de esa mesa
hay una embarazada haciéndose la sueca.
Y con ella delante nadie me dispara,
así que soy yo quien empieza a dispararles.
Caen fiambres sobre el asfalto.
Así ganan medallas los funcionarios.
¡ALTO! Que sin querer
he estrangulado a mi única rehén.
¡MALDICIÓN! ¡Menudo fallo!
Que ahora vienen a por mí los que visten como Rambo.
Un arma encasquillada y en la otra ni una bala
y gas lacrimógeno que cae por la ventana.
Les lanzo hamburguesas y pepinillos
y me acerco a la barra sorteando los tiros.
Pero se acabó, ha cambiado mi suerte.
Descubro un rayo láser posado en mi frente.
Apuro en el habano una última calada
y un 'Viet-Cong' me dice "sayonara".
SE ACABO LA CACERÍA.

Tutto Scorre (Negramaro)

Negramaro - Mentre tutto scorre

Parla in fretta e non pensar
se quel che dici può far male
perchè mai io dovrei fingere
di essere fragile come tu mi vuoi
nasconderti in silenzi
mille volte già concessi
tanto poi tu lo sai
riuscirei sempre a convincermi
che tutto scorre

Usami, straziami strappami l'anima
fai di me quel che vuoi
tanto non cambia l'idea che ormai ho di te:
verde coniglio dalle mille facce buffe

Dimmi ancora quanto pesa la tua maschera di cera
tanto poi tu lo sai si scioglierà
come fosse neve al sol
mentre tutto scorre

Usami, straziami
strappami l'anima
fai di me quello che vuoi
tanto non cambia l'idea che ormai ho di te:
verde coniglio dalle mille facce buffe

Sparami addosso, bersaglio mancato
Provaci ancora, è un campo minato
Quello che resta, del nostro passato
Non rinnegarlo, è tempo sprecato
Macchie indelebili, coprirle è un reato
Scagli la pietra chi è senza peccato
Scagli la pietra chi è senza peccato
Scagliala tu perché ho tutto sbagliato
Usami, straziami Strappami l'anima,
Fai di me, quel che vuoi
Tanto non cambia
L'idea che ormai
Ho di te:
Verde coniglio
Dalle mille facce buffe.

Fim De Semana No Parque (Racionais Mc's)

" A TODA COMUNIDADE POBRE DA ZONA SUL"
Chegou fim de semana todos querem diversão
Só alegria nós estamos no verão, mês de Janeiro
São Paulo Zona Sul
Todo mundo a vontade calor céu azul
Eu quero aproveitar o sol
Encontrar os camaradas prum basquetebol
Não pega nada
Estou à 1 hora da minha quebrada
Logo mais, quero ver todos em paz
Um dois três carros na calçada
Feliz e agitada toda "prayboyzada"
As garagens abertas eles lavam os carros
Disperdiçam a água, eles fazem a festa
Vários estilos vagabundas, motocicletas
Coroa rico boca aberta, isca predileta
De verde florescente queimada sorridente
A mesma vaca loura circulando como sempre
Roda a banca dos playboys do Guarujá
Muitos manos se esquecem na minha não cresce
Sou assim e estou legal, até me leve a mal
Malicioso e realista sou eu Mano Brown
Me de 4 bons motivos pra não ser
Olha meu povo nas favelas e vai perceber
Daqui eu vejo uma caranga do ano
Toda equipada e o tiozinho guiando
Com seus filhos ao lado estão indo ao parque
Eufóricos brinquedos eletrônicos
Automaticamente eu imagino
A molecada lá da área como é que tá
Provalvelmente correndo pra lá e pra cá
Jogando bola descalços nas ruas de terra
É, brincam do jeito que dá
Gritando palavrão é o jeito deles
Eles não tem video-game às vezes nem televisão
Mas todos eles têm um dom São Cosme São Damião
A única proteção.
No último natal papai Noel escondeu um brinquedo
Prateado, brilhava no meio do mato
Um menininho de 10 anos achou o presente,
Era de ferro com 12 balas no pente
E fim de ano foi melhor pra muita gente
Eles também gostariam de ter bicicleta
De ver seu pai fazendo cooper tipo atleta
Gostam de ir ao parque e se divertir
E que alguém os ensinasse a dirigir
Mas eles só querem paz e mesmo assim é um sonho
Fim de semana do Parque Sto. Antônio.

(Refrão):
Vamos passear no Parque
Deixa o menino brincar
Fim de Semana no parque
Vou rezar pra esse domingo não chover

Olha só aquele clube que dahora
Olha aquela quadra, olha aquele campo
Olha, Olha quanta gente
Tem sorveteria cinema piscina quente
Olha quanto boy, olha quanta mina
Afoga essa vaca dentro da piscina
Tem corrida de kart dá pra ver
É igualzinho o que eu ví ontem na TV
Olha só aquele clube que da hora,
Olha o pretinho vendo tudo do lado de fora
Nem se lembra do dinheiro que tem que levar
Do seu pai bem louco gritando dentro do bar
Nem se lembra de ontem, de hoje e o futuro
Ele apenas sonha através do muro...
Milhares de casas amontoadas
Ruas de terra esse é o morro
A minha área me espera
Gritaria na feira (vamos chegando!)
Pode crer eu gosto disso mais calor humano
Na periferia a alegria é igual
É quase meio dia a euforia é geral
É lá que moram meus irmãos meus amigos
E a maioria por aqui se parece comigo
E eu também sou bam bam bam e o que manda
O pessoal desde às 10 da manhã está no samba
Preste atenção no repique atenção no acorde
(Como é que é Mano Brown?)
Pode crer pela ordem
A número número 1 de baixa renda da cidade
Comunidade Zona Sul é dignidade
Tem um corpo no escadão a tiazinha desce o morro
Polícia a morte, polícia socorro
Aqui não vejo nenhum clube poliesportivo
Pra molecada frequentar nenhum incentivo
O investimento no lazer é muito escasso
O centro comunitário é um fracasso
Mas aí se quiser se destruir está no lugar certo
Tem bebida e cocaína sempre por perto
A cada esquina 100 200 metros
Nem sempre é bom ser esperto
Schimth, Taurus, Rossi, Dreyer ou Campari
Pronúncia agradável estratago inevitável
Nomes estrangeiros que estão no nosso meio pra matar M.E.R.D.A.
Como se fosse ontem ainda me lembro
7 horas sábado 4 de Dezembro
Uma bala uma moto com 2 imbecís
Mataram nosso mano que fazia o morro mais feliz
E indiretamente ainda faz, mano Rogério esteja em paz
Vigiando lá de cima
A molecada do Parque Regina
(Refrão)
Tô cansado dessa porra de toda essa bobagem
Alcolismo, vingança treta malandragem
Mãe angustiada filho problemático
Famílias destruídas fins de semana trágicos
O sistema quer isso a molecada tem que aprender
Fim de semana no Parque Ipê
(Refrão)
"Pode crer Racionais Mc's e Negritude Junior juntos
Vamos investir em nós mesmos mantendo distância das
Drogas e do alcool.
Aí rapaziada do Parque Ipê, Jd. São Luiz, Jd. Ingá, Parque Ararí, Váz de Lima
Morro do Piolho e Vale das Virtudes e Pirajussara
É isso aí mano Brown (é isso ai Netinho paz à todos)"

El Abuelo (Alex Campos)

cuenta el abuelo
que los años de antaños
cuando el rio era claro
el amor se hacia largo
la sonrisa de un anciano
me hacia vivir

cuenta la abuela
que esperaba ya en la tarde
la piedrita en la ventana
que anunciaba la llegada
de aquel niño poeta que la hacia reir

coro!!
porque cambiar
por que llorar
las cosas bellas que Dios nos trajo
no hay que dejarlas jamas de vivir
dejar una flor
cantar mi cancion
que al fin y al cabo
la vida es bella
y es un ragalo de Dios para ti

cae el abuelo
a cerrado sus ojitos
y queda la historia de un buen vivir
soy una semilla
que en sembrada en mis hijos
cuando pasesn ya los años
veren surgir

se hace tarde y el pasado te condena
romperas esas cadenas
vuelve a vivir
levanta la cara
hay un cielo que te espera
no te hagas el dificil
no esperes el fin

coro!!x2

Nômade (Skank)

A minha casa está onde está o meu coração
Ele muda, minha casa não
No campo, em minas, terras gerais ou qualquer lugar
Onde estou, a minha casa está

Meu endereço é o sítio estrelado de norte a sul
Ele muda a cada estação
Na boca do sertão, na varanda do seu olhar
Onde estou, a minha casa está

A minha carne é feita de tudo que vai e vem
Tempo, nuvem, aflição também
Encontro e perda ao mesmo tempo, eu não vou parar
Onde estou, a minha casa está

Porque que eu sou apenas movimento
Sou do mundo, sou do vento
Nômade

Porque quando paro sou ninguém
Não declaro onde ou quem
Nômade

Porque eu sou apenas movimento
Sou do mundo, sou do vento
Nômade

Porque quando passo sou alguém
Sou do espaço, sou do bem
Nômade

El Carretero (Buena Vista Social Club)

Ay, por el camino del sitio mío un carretero alegre pasó
En su tonada que es muy guajira y muy sentida alegre cantó
Ay, por el camino del sitio mío un carretero alegre pasó
En su tonada que es muy sentida y muy guajira alegre cantó.

Me voy al transbordador a descargar la carreta
Me voy al transbordador a descargar la carreta
Para llegar a la meta de mi penosa labor.

A caballo vamos pa´l monte, a caballo vamos pa´l monte
A caballo vamos pa´l monte, a caballo vamos pa´l monte.

Yo trabajo sin reposo para poderme casar
Yo trabajo sin reposo para poderme casar
Y si lo puedo lograr seré un guajiro dichoso.

A caballo vamos pa´l monte, a caballo vamos pa´l monte
A caballo vamos pa´l monte, a caballo vamos pa´l monte.

Soy guajiro y carretero, en el campo vivo bien
Soy guajiro y carretero, en el campo vivo bien
Porque el campo es el edén más lindo del mundo entero.

A caballo vamos pa´l monte, a caballo vamos pa´l monte
A caballo vamos pa´l monte, a caballo vamos pa´l monte.

Chapea el monte, cultiva el llano, recoge el fruto de tu sudor
Chapea el monte, cultiva el llano, recoge el fruto de tu sudor.

Cosas Que Joden (Mama Ladilla)

En la vida hay que hacer cosas que joden.
Por ejemplo, jode pisar una mierda o trabajar.

Cuando estoy en un sitio en el que no debo estar
me quiero morir

o matarte
despacito,
sin prisa
pero sin pausa.

A veces me conformaría con que te callaras,
a veces daría dinero porque te callaras,
a veces daría mi vida porque te callaras,
a veces decapitaría por un segundo de silencio.


En la vida hay que hacer cosas idiotas.
Por ejemplo una: hablar con idiotas
o sonreir a idiotas.

Rodeado de idiotas por los cuatro costados
me quiero morir

o matarlos
por idiotas,
pero son muchos
y me cansa.

Mejor esperar a que mueran por su cuenta.
Veremos, uno por uno, cómo revientan.
Pondremos todos sus órganos a la venta.
A veces decapitaría por un segundo de silencio.


En la vida hay que hacer cosas que hartan.
Por ejemplo harta viajar en el metro sin respirar,
sin aire.

Rodeado de axilas por los cuatro costados
no quiero vivir.

Me voy al campo.
Que los follen.
Que los zurzan.


Video


La reyna de la pollada la "Tia" Lucila Campos en su maxima expresion.




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